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Isso é real



Olhei para minha coleção de moedas e cédulas antiga e fiquei pensando...o que realmente tem valor? Observei a quantidade de dinheiro que devido ao tempo, troca de lideres, inflação... Enfim, todas as influências que fazem com que ele perca seu valor inicial ao ponto de não servir para nada, apenas para coleção de alguém, como eu. 

E percebo que muitas vezes trocamos “coisas” imensuráveis, pelas mensuráveis. Troca injusta, não achas? Achamos que isso é o máximo, mas estamos sinceramente enganados. Todos os dias em nossa busca direta ou indireta pelo dinheiro, expresso assim, porque conheço muitas pessoas que não são felizes em suas profissões, mas que única e exclusivamente pelo dinheiro permanecessem lá, se torturando e deixando de lado o que realmente tem valor, a paz interior. Trocam o que é imensurável pelo o que mensurável. Não posso deixar de citar a violência que tem se tornado algo frequente em nossa sociedade, porque a vida está perdendo seu valor, mata-se por um celular, um carro e até por uma moeda de real. Que triste relato, mas é fato nos dias atuais.

 Pessoas que se corrompem se achando o esperto(a) com praticas desonestas, deixando de lado princípios e virtudes que os enobrecem e que outrora eram primordiais em suas vidas. Claro que não estou defendendo a pratica de deixar tudo de lado e viver “só de amor”, sem trabalho. Sei sim que precisamos trabalhar, que o dinheiro é necessário em nosso dia a dia, mas sei também que isso não deve ser a razão de nossas vidas, o foco, o alvo. Não, claro que não! É necessário internalizarmos todos os dias que pessoas valem mais do que coisas, que amor não se compra, mas se cativa, se doa. E como diz um ditado popular: mais vale um amigo na praça que dinheiro no caixa.

Aquele que se doou, que foi e é Rei, que morreu por mim e por você nos deixou uma lição de amor, e que nesse período de pascoa, a gente possa refletir e analisar no que realmente tem valor para nós. A vida é o nosso bem mais precioso. Valorizemo-la! 

Cintia Barros

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Convivências...relacionamentos...



Chega uma hora que o que mais queremos é não sermos reféns dos modos de como devemos nos relacionar que a sociedade impõe. As redes sociais foram chegando e chegando e agora estamos todos presos nessas redes que cada vez mais nos isola defronte a um celular ou computador. 

Tudo tem que ser registrado, publicado... e o que mais importa são as curtidas, os comentários. As pessoas que estavam ali, o momento magico que foi aquele da foto já não tem mais importância do que as caras e bocas que serão comentadas em fração de segundos.

Parece até que a felicidade que é de dentro para fora, só precisa ser apresentada superficialmente em fotos sorridentes e frases que em nada relatam o que realmente o coração sente. Amores e relacionamentos efêmeros que antes mesmo dos familiares saberem que está sendo iniciado, o status nas redes sociais já deve está atualizado e acompanhado de textos que até parecem ser de amor profundo, mas não passam de paixões efêmeras que não suportam a um comentário de parabéns de uma ou um ex-namorado(a).

A vida parece que corre em um ritmo mais acelerado.  O dia continua tendo 24h, mesma quantidade de horas que tínhamos quando não existia internet, celulares..., e ainda sim, visitávamos mais os amigos, íamos com mais frequência à praia, liamos mais livros, brindávamos todos os dias a vida sem a necessidade de tirar  fotos e mostrar para todos.

Relacionar-se virtualmente é bom, é ótimo, mas precisamos entender que isso não é regra para aproximação de gente, pessoas. Gente gosta de abraço, toque, cheiro, beijo, gosta de gente. É simples. Por mais que alguns nerds não concordem, e achem que se limitar a maquinas já aproxima até demais, afirmo que o olhar face to face, cara a cara tem muito mais valor que facebook to facebook.

 Não existe uma pessoa nessa terra que tenha nascido de uma maquina, nasceu de gente, foi gente mesmo. Por isso existe a necessidade primordial de nos relacionarmos pessoalmente.  Nunca, jamais uma frase de “um forte abraço” vai substituir aquele abraço caloroso que é dado com o contato físico.

Contudo, esse não é só mais um texto com palavras combinadas que poderá ajudar aqueles que estão lendo, claro que não. Resolvi escrever, porque sou tão vítima quanto você. Reconheço que as redes sociais me ajudam a continuar com laços de amizades que devido à distância, tempo e dinheiro me limito a apenas trocar mensagens e enviar fotos para mostrar que estou bem. Confesso que gosto de trocar mensagens, receber curtidas, comentários, ajudar e ser ajudada virtualmente.

O que me incomoda é como as coisas estão caminhando, como as pessoas que não tem conta em uma das redes sociais são isoladas e quase que excluídas de todo e qualquer interação, convivências que são combinadas apenas virtualmente, me incomodo de como o isolamento cresce na medida em que aumentamos o número de amigos em nosso circulo de amizade, o que na verdade deveria ser o contrário. 

Acredito que quase todos se não todos já se sentiram só, mesmo quando todos os amigos estão online. Pois é, o pior tipo de solidão é aquela que experimentamos em meio à multidão. Mas você pode até pensar assim: esse tipo de solidão pode ser sentida quando estamos com todos os amigos do lado. Sim, também sei disso, mas quando nos sentimos só com pessoas do lado, aqueles que percebem podem tentar lhe ajudar ali, sem que você consiga maquiar tal sentimento. Online é bem mais difícil de perceber, porque posso digitar muitos “rsrsrsrsrsrs” e dizer que estou sorrindo, quando na verdade não movimentei sequer um músculo do rosto para expressar a gargalhada digitada.  

Estaria sendo mentirosa se aqui escrever que vou excluir meus contatos sociais e sair visitando a casa de todos os meus amigos, infelizmente as redes sociais é um mal necessário, mas também é um bem agregador de facilidades para a manutenção dos relacionamentos com amigos e familiares, é networking para a vida profissional e um meio pelo qual também podemos conhecer mais o comportamento das pessoas, suas necessidades e anseios.

Espero que assim como eu parei para refletir um pouco acerca do assunto, você também reflita e que nós consigamos aproveitar o que a globalização nos oferece, mas que seja de forma sadia, sem vícios, isolamento e acima de tudo,   que isso nunca nos afaste da presença de Deus, da busca pelo Senhor. Ele não tem redes sociais, mas deseja todos os dias trocar mensagens conosco, partilhar alegrias e curtir conosco todas as bênçãos que ele tem para a sua e para minha vida.


Cintia Barros

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regozijai-vos



                                 As histórias que sempre ouvi e li quando eu era criança, eram divididas em momentos de muitas lutas, tristezas, alegrias..., mas o final sempre terminava com um  "E ficaram felizes para sempre!" As novelas também são resumidas assim, depois de muitas tragédias, mistérios e confusões, tudo termina com um "Final feliz!" São criadas "metas" para se conseguir a felicidade que tanto se busca. Conceituam muitas situações, coisas e até praticas para o caminho da felicidade.

                                Parece até que existe formula, data e limite para ser feliz. Por conta disso, criasse um desejo de conseguir a felicidade, e caso contrário, à pessoa será infeliz. Ex.: casar, ter filhos, ter muito dinheiro...Claro que todos esses exemplos são ótimos e proporcionam muita felicidade para aqueles que realmente os reconhecem e os valorizam. O que não podemos esquecer é que a felicidade não é uma pessoa, uma coisa, um lugar ou situação.

                                Uma pessoa pode se sentir muito feliz com uma bicicleta velha e outra pessoa pode sentir desprezo e ficar triste com aquele mesmo objeto. Tudo é uma questão de querer, aceitar e entender que a felicidade é uma escolha, independente de qualquer coisa. Não precisamos esperar o amanhã, planejar ou vislumbrar a felicidade para os dias vindouros. Se agirmos assim, ficaremos esperando eternamente por dias felizes que podem ser hoje, agora, já.

                                Quando valorizamos o que temos e somos gratos por isso, podemos entender quão simples e fácil é ser feliz. A felicidade não tem preço, nem melhor momento para ser sentida. Em tudo é possível se sentir gozo na alma, só depende de como a vemos e a encaramos. Um ponto primordial para termos certeza que a felicidade é uma escolha, é a confiança no Senhor.

                                    Se escolhermos confiar nEle, em I Tessalonicenses 5:18, nos orienta: "Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco." Então, quando escolhemos ser gratos a Deus por tudo e quando valorizamos tudo o que Ele nos proporciona, fica fácil ser feliz, tornasse simples o que muitas vezes achamos utópico.

                                       O Senhor quer que encaremos situações difíceis de cabeça erguida e confiantes nEle. Em João 16:33, ele falou: "Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo." Que assim seja, que a felicidade seja vista e sentida todos os dias. Que seja percebida nos mínimos detalhes e sentida pelo fato de estarmos vivos e por existir um Deus que nos ama incondicionalmente.

Cíntia Barros

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Fautoria





 Oi, tudo bem? Posso te ajudar? Frases simples que servem como ponto de partida para amizades valorosas, para encontros de grandes amores, para fechamentos de grandes parcerias empresariais. Enfim, a necessidade de relacionar-se, de entendermos que a vida é feita de relacionamentos e que dependemos uns dos outros é algo tão antigo quando os primeiros descentes de Abraão.

 Todos nós temos a essência do amor em nossas vidas, mas devido as circunstâncias, a correria com obrigações e alguns problemas que muitas vezes achamos que são intransponíveis, nos deixamos levar e nem percebemos que se dividirmos um pouco de amor com o próximo isso nos tornará mais forte e será gratificante para nossa alma.

Não é necessário dizer que ama pra que o outro saiba isso, o amor muitas vezes não necessita que seja demonstrado de forma audível, mas sim, sentido, percebido ou visto em ações. Quando dirijo com atenção para não acidentar alguém, quando me importo se o outro está bem, quando cuido dos meus pais, quando me disponibilizo em ajudar...estou demonstrando amor. Ah, disponibilizar em ajudar. Essa frase me lembra uma historinha que ouvi de uma professora, onde ela disse que em uma certa madrugada quando retornava para sua casa, teve a infelicidade de rasgar o pneu do carro em uma pedra.

Não entendendo como conseguira tal feita e surpreendida com a situação de perigo que estava prestes a se expor, foi surpreendida com a ajuda de um motorista que passava no local. Ela relatou o que aconteceu e o motorista movido pelo amor ao próximo que até outrora estava internalizado, passou a externa-lo com nobreza ao ponto de trocar o pneu e a deixar partir em paz e tranquila.

Gesto simples, não acha? Sim, é simples, mas nos dias atuais onde a necessidade de contato com o próximo tem se tornado cada vez mais virtual e onde as declarações de amor e demonstrações de afeto têm sido mais teóricas do que pratica. O ato de ajudar ao próximo tem se tornado algo heroico  o que na verdade deveria ser habito na minha vida e na sua.

Muitas vezes somos egoístas, melindrosos e até orgulhosos ao ponto de nos fecharmos em um mundo que queremos que todos façam parte, mas só como simples expectadores dos nossos atos e assim vice e versa. Não nos permitimos sair de nossa zona de conforto para ariscarmos ser um pouco do que Cristo quer que sejamos.

 No livro de Marcos 12, versículos 28 a 31, Jesus responde a um escriba  que lhe perguntou qual seria o primeiro de todos os mandamentos. “O primeiro de todos os mandamentos é: Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de todo a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este é; Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.”

No versículo acima citado a palavra semelhante tem um significado muito forte, porque Cristo quer que entendamos que assim como devemos ama-lo, devemos amar aquela pessoinha que foi criada por ele.

O ato de ajudar ao próximo é algo que sempre será acompanhado de interesse, seja interesse em adquirir algo, satisfazer alguma necessidade própria ou simplesmente pelo desejo de fazer com que o outro se sinta bem.

Muitas vezes um simples sorriso, uma frase de conforto, uma mensagem de bom dia, um abraço afetuoso e até uma ajuda na troca de um pneu furado, podem fazer diferença na vida de alguém. Atos comuns que fazem com que percebamos o amor de Deus por meio da vida daquele que pratico tal gesto solidário. Ato que faz com que achemos que o outro é um anjo, mas que na verdade é o Senhor mostrando que nos ama até nos mínimos detalhes.


 Cíntia Barros

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Direito inviolável!


Ah a vida...quando começa, quem a pode dar, quem tem direito de dizer quando terminar??? Mesmo com tantas descobertas da ciência, com toda capacidade de avançar mais e mais em suas pesquisas, o homem não é capaz de dá-la, vender ou transferir entre corpos, isso é fato.

No ventre de uma mulher ela é gerada, seja ela concebida por um ato sexual com amor, seja ela não sendo “planejada”, tornando-se indesejável, seja com força ou violência. Isso não caracteriza ou descaracteriza o que está sendo gerado, é vida, independente dos fatos.  Em Genesis 2:07 diz que: “ Então, do pó da terra, o Senhor formou o ser humano. O Senhor soprou no nariz dele uma respiração de vida, e assim ele se tornou um ser vivo.” Em Salmos 139:13 Davi escreveu: “Tu (Deus) criaste cada parte do meu corpo, tu me formaste na barriga da minha mãe.” E ele continua nos versículos 15 e 16 “Tu viste quando os meus ossos estavam sendo feitos, quando eu estava sendo formado na barriga da minha mãe, crescendo ali em segredo, tu me viste antes de eu ter nascido.”

Observando a luz da bíblia, fica claro que a vida é dada por Deus e que, portanto, somente ele tem o direito de tira-la.  Existem varias situações em que muitos tentam justificar o assassinato (aborto provocado) com alegações de que “não foi desejada”, “não tem condições de criar”, “foi violentada”, “corre o risco de morrer antes de nascer”, dentre vários outros... Claro, entendo que tem casos delicadíssimos, mas NADA faz com que tenhamos o direito de tirar algo que não é nosso. A mulher é usada por Deus somente como um instrumento, um lugarzinho que Ele escolheu para criar sua obra de forma secreta, e essa obra, sou eu e é você.

Existem varias pessoas que foram rejeitadas por seus pais ou que sofreram tentativas de aborto pelo simples fato das mães, pais ou outros familiares acharem que por está sendo gerada naquele ventre, são seus criadores e assim donos daquela vidinha que tão inocentemente luta.  

Certa jovem em conversa com sua mãe descobre que por varias vezes ela tentou aborta-la. E, em uma fração de segundos a jovem imagina as oportunidades que teria perdido, o prazer de viver que não teria desfrutado, as risadas, os cheiros, experiências e tudo o mais que já viveu e que ainda pode viver, mas que teria sido jogado fora se o aborto tivesse sido realizado.

Nos dias atuais, discutem-se as situações que podem ser aceitas para a autorização do aborto, como se a vida fosse algo que o homem criou e que, assim, tem o direito de eliminar ou permitir que continue na hora que ele quiser.  Como já relatei algumas linhas acima, a vida é dada por Deus e somente Ele tem o direito de tira-la.

A vida é um direito inviolável e não deve existir exceções.  E se você fosse o feto que está prestes a ser morto? Com certeza, iria cobrar seu direito de viver, independente da situação que foi concebido. 



Cíntia Barros


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Espetáculo diário


 
É..., então... Lá fora parece que as coisas acontecem, que as horas realmente passam e as pessoas são felizes. Vamos lá, diga-me se o sol continua brilhando, se o mar continua com suas ondas a ir e vir, se a areia ainda tem aquelas pedrinhas que às vezes machuca..., e a brisa do vento, continua soprando no rosto? As pessoas ainda conseguem sentir pesar pela dor do outro?... De tanto procurar a felicidade, enclausurou-se dentro de si e esqueceu-se de ser feliz.


Felicidade é uma questão de ser, estar, sentir o amor de Cristo. Amar a vida como ela se apresenta em nosso palco chamado dia. E como em um espetáculo circense, quem torna o palhaço engraçado é a plateia, permitindo-se sorrir com o que é exibido e não se prendendo a maquiagem perfeita ou a estrutura do palco, mas sim focando o pensamento em um só objetivo, encantar-se com a apresentação do dia. 


Afinal, de nada valeria se o palco fosse perfeito e a maquiagem deslumbrante, mas o palhaço não fosse engraçado e a plateia não estivesse disposta a sorrir. Como em um espetáculo que se repete varias vezes, assim é nossa vida. Tem dias que parece que está acontecendo tudo igual ao dia anterior, mas a forma como agimos e encaramos as situações é que faz toda a diferença.


Em I Cor 13 está escrito que “... se não tiver amor, de nada adiantaria...” e se Deus é amor, sem Cristo nada realmente tem valor. Sendo assim, para sermos felizes, não precisamos buscar a felicidade em outros caminhos, prazeres ou em qualquer outra coisa que alguns consideram primordial na vida.


Basta buscarmos a Cristo e encararmos a vida como se em seu espetáculo, estivesse nosso dia no palco e a plateia fosse eu e você sempre dispostos, abertos, entregues a deslumbrar-se com a essência da verdadeira felicidade que só Cristo nos permite ter. 

Cintia Barros

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Tão simples quanto...




                             Nos dias atuais religião virou moda/tendência e muitos são simpatizantes de Deus. Não basta ser religioso, tem que ser da mesma igreja que o artista fulano ou beltrano frequenta. Não basta ser grato por tudo que Cristo fez nos dando vida, é preciso receber, receber e receber. Mas e Jesus, onde fica nessa história? E esse cristianismo tão barato e sem fundamentação nenhuma, nos firma em algo? Segundo pesquisas realizadas acerca desse assunto, o índice de pessoas que se declaram cristã/ protestantes é tão alto quando o índice de pessoas que se dizem “desviadas”. 

                     Aproximar-se do Senhor é tão simples quanto tomar água. Falar com Ele também, mas podemos dizer que surgiu o empreendedorismo religioso, onde a benção pode ser comprada com ofertas de alto valor financeiro e que não é preciso obedecer aos mandamentos fundamentais da bíblia. Ah, também não posso esquecer-me dos falsos moralistas, dos que se ensoberbecem por conhecer muito das histórias bíblica e dos “santinhos” que apontam tudo e todos, mas são tão fétidos quanto... Diante de toda essa situação, acredito que muitos estão simplesmente correndo atrás do vento, porque ao mesmo tempo que as pessoas “compram” sua amizade com Deus e não procuram entender o verdadeiro cristianismo, elas também são descriminadas por outros que também não entenderam o verdadeiro cristianismo e acham que pra ser amigo(a) de Deus é preciso viver um martírio, excluindo-se e limitando-se com hipocrisias. 

                              Se observarmos, Jesus não tinha um templo onde só naquele local era que ele ia realizar milagres, não, claro que não. Ele era simplesmente obediente a Deus, humilde e praticante do amor ao próximo. Assim, posso perceber que o verdadeiro cristianismo é isso, só isso, simples assim. Enfeitar demais, cobrar demais, exigir demais e usar o nome de Deus em vão só para se sobressair em algumas situações é a mesma coisa que tirar o Senhor do centro e torna-lo só mais um acessório do seu manequim gospel. É preciso decidir fazer a vontade dEle, é preciso entender que bênçãos não são bens que podem ser comprados. Afinal, o maior preço já foi pago na cruz. É preciso entender que julgando as pessoas não as levará a nada, é preciso entender que podemos falar com Deus onde quer que estejamos, não necessariamente dentro de um templo. Assim, devemos viver por Cristo e para Cristo procurando a cada dia fazer a vontade dEle, somente dEle.                                                    



Cintia Barros

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